A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de policial federal no Rio de Janeiro, após a Câmara dos Deputados declarar a perda de seu mandato como deputado federal pelo PL. A decisão ocorreu em 2 de janeiro de 2026, cerca de 15 dias depois da cassação, datada aproximadamente em 18 de dezembro de 2025. Essa medida reflete a obrigatoriedade de Eduardo Bolsonaro reassumir suas funções originais na corporação, com base na determinação emitida em Brasília.
Contexto da perda de mandato
A Câmara dos Deputados aprovou a perda do mandato de Eduardo Bolsonaro pelo Partido Liberal (PL) no final de 2025. Essa ação parlamentar desencadeou a intervenção da Polícia Federal, que agiu para restabelecer o status profissional anterior do ex-deputado. O processo destaca as implicações legais para agentes públicos que perdem cargos eletivos.
Detalhes da determinação
A determinação da Polícia Federal exige o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao seu posto no Rio de Janeiro. Emitida em 2 de janeiro de 2026, a ordem não especifica prazos adicionais além da urgência. Essa decisão ocorreu em Brasília, centralizando o comando administrativo na capital federal.
Implicações para Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deve agora equilibrar sua carreira política com as demandas da Polícia Federal. A perda do mandato pelo PL representa um revés significativo em sua trajetória como deputado federal. Analistas observam que esse retorno pode influenciar futuras decisões políticas no âmbito nacional.
Repercussões no cenário político
A medida da Polícia Federal surge em um momento de instabilidade política no Brasil, com debates sobre a integridade de mandatos eletivos. O caso de Eduardo Bolsonaro ilustra as conexões entre carreiras públicas e responsabilidades institucionais. Com o retorno ao Rio de Janeiro, ele reassume funções operacionais, potencialmente alterando sua visibilidade pública.