A academia em Águas Claras, no Distrito Federal, da qual Pedro Arthur Turra Basso é sócio, enfrenta uma onda de críticas e pedidos de boicote nas redes sociais após a investigação por agressão contra um adolescente de 16 anos. O incidente ocorreu em 23 de janeiro de 2026, deixando a vítima internada em estado grave na UTI do Hospital Brasília. Internautas expressam indignação com a ligação de Pedro Turra à academia, cobrando posicionamento e afastamento do investigado.
Detalhes da investigação
Pedro Arthur Turra Basso está sendo investigado pela agressão ao adolescente, que permanece em condição crítica na UTI. A agressão aconteceu em Águas Claras, e a decisão judicial sobre o caso foi emitida em 30 de janeiro de 2026 pelo juiz Wagno Antonio de Souza, em Taguatinga. A gravidade do estado de saúde da vítima intensificou as reações públicas contra a academia.
Reações nas redes sociais
O perfil da academia no Instagram foi inundado por mensagens de internautas desde o dia seguinte à agressão. Usuários questionam a cultura da instituição e demandam ações imediatas, como o afastamento de Pedro Turra. Pedidos de boicote se multiplicam, com apelos para que clientes e potenciais frequentadores evitem o local devido à associação com o investigado.
A academia tem cultura de agressão?
A citação acima, de um internauta, reflete o tom das críticas online, que destacam preocupações sobre valores e segurança na academia de Águas Claras.
Impacto e contexto
A controvérsia surge em um momento de crescente escrutínio sobre casos de violência no Distrito Federal, especialmente envolvendo menores. A academia ainda não emitiu posicionamento oficial sobre as acusações contra seu sócio, o que alimenta o debate nas redes. Especialistas em redes sociais observam que campanhas de boicote podem afetar a reputação e os negócios da instituição a longo prazo, em um ano de 2026 marcado por debates sobre responsabilidade corporativa.