A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, reagiu à prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, realizada pela Polícia Federal na manhã de quinta-feira, 16/04/2026. A detenção ocorreu durante uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades na gestão de Costa à frente do banco. Leão enfatizou o compromisso do governo com a transparência e a colaboração com órgãos de controle, destacando que todas as providências necessárias foram tomadas desde o início das apurações.
Detalhes da prisão e operação
A Polícia Federal executou a prisão em Brasília, no Distrito Federal, como parte do aprofundamento das investigações sobre supostas irregularidades no BRB. Paulo Henrique Costa, que ocupou a presidência do banco, é o foco principal dessa etapa da Operação Compliance Zero. As autoridades buscam esclarecer fatos relacionados à sua administração, sem detalhes específicos divulgados até o momento sobre as acusações.
Essa ação reflete o rigor das apurações em curso, que visam garantir a legalidade nas instituições financeiras públicas. A operação, iniciada anteriormente, agora avança para novas fases, mantendo o Distrito Federal no centro das atenções.
Declaração da governadora Celina Leão
Celina Leão, governadora do DF, comentou o caso publicamente, reafirmando o posicionamento da atual gestão. Ela destacou a importância da transparência e do respeito às instituições.
A atual gestão do Governo do Distrito Federal reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e o respeito às instituições. Desde o primeiro momento, todas as providências foram tomadas.
Seguiremos atuando com responsabilidade, rigor e absoluta clareza, garantindo que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos.
Essas declarações visam transmitir confiança à população e aos órgãos fiscalizadores, enquanto a colaboração com a Polícia Federal continua.
Implicações para o Distrito Federal
A prisão de Paulo Henrique Costa pode impactar a imagem do BRB e do governo local, impulsionando discussões sobre governança e controle interno. As investigações em andamento prometem trazer mais clareza sobre as supostas irregularidades, com potencial para reformas administrativas. Enquanto isso, o Distrito Federal segue monitorando os desdobramentos para manter a estabilidade institucional.