O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou no domingo, 14 de junho de 2026, rumo à França para representar o Brasil na Cúpula do G7, que ocorre em Biarritz. A viagem, prevista para terminar na quarta-feira, 18 de junho, inclui reuniões bilaterais e discussões sobre temas centrais da agenda global. Durante o período, o vice-presidente Geraldo Alckmin assume a Presidência interinamente. O evento reúne líderes como o japonês Shigeru Ishiba, o francês Emmanuel Macron e o norte-americano Donald Trump.
Agenda de discussões no G7
Os encontros priorizam a economia global, as mudanças climáticas e a segurança internacional. Lula deve apresentar a posição brasileira sobre esses assuntos durante as sessões plenárias e nos encontros bilaterais. A escolha de Biarritz como sede reforça o papel da França na coordenação de debates multilaterais. A presença do Brasil busca ampliar a influência do país em decisões que afetam economias emergentes.
Participação de líderes internacionais
Além das reuniões coletivas, Lula mantém agendas reservadas com Ishiba, Macron e Trump. Esses diálogos visam alinhar posições sobre comércio, transição energética e estabilidade geopolítica. O governo brasileiro destaca a importância de ouvir diferentes visões para construir consensos. A programação segue até a quarta-feira, quando o presidente retorna ao Brasil.
Transição na Presidência
Com a saída de Lula, Alckmin coordena os assuntos internos do Executivo até o retorno do titular. A medida segue o previsto na Constituição para ausências temporárias do chefe de Estado. O vice-presidente mantém contatos com ministros e monitora pautas legislativas em andamento. Essa estrutura garante continuidade administrativa durante a participação brasileira na cúpula.