Um celular explodiu no colo de Ana Carla de Oliveira, de 39 anos, em Porangatu, no norte de Goiás, no sábado, 11 de julho de 2026. O aparelho pertencia ao filho de 13 anos da mulher e foi retirado do peito do adolescente enquanto carregava no sofá. Ninguém ficou ferido, mas o incidente gerou preocupação entre os moradores da região.
O adolescente estava deitado com o dispositivo sobre o peito durante o carregamento. Segundos após se levantar, o celular explodiu com força, voou longe e ficou completamente destruído. A mãe relatou que o aparelho já apresentava aquecimento excessivo após uso prolongado, embora a causa exata ainda seja desconhecida.
Declarações da mãe
Ana Carla descreveu o susto como um verdadeiro livramento. Ela enfatizou que a explosão foi intensa e que o celular poderia ter causado danos maiores se permanecesse no colo do filho.
Foi um livramento. Se estivesse no colo dele, poderia ter sido pior. A explosão foi muito forte, parecia um rojão. O celular voou longe e ficou todo destruído.
Ana Carla de Oliveira
Investigação em andamento
As autoridades locais iniciaram as investigações para determinar o motivo da explosão. A família aguarda os resultados e cobra medidas que evitem ocorrências semelhantes com outros aparelhos.
Ele reclamava que o celular esquentava demais, mas a gente não imaginava que pudesse explodir.
Ana Carla de Oliveira
A mulher também destacou a necessidade de apuração rigorosa por parte das autoridades. Segundo ela, o filho poderia ter sofrido ferimentos graves caso o aparelho explodisse em contato direto com o corpo.